Expoboné 2010 - Feira de Máquinas, equipamentos, bonés, kepes, gorros, camisetas, aviamentos e acessórios

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15/03/2010 - 17:39:09

Dinâmico e bem organizado, setor de bonés espera retomar crescimento em 2010 - Parte I

 "Boné é essencial do bebê à melhor idade. Protege, te deixa fashion e ainda tem um peso social muito grande” - Valdenilson Vado da Costa, presidente da ANIBB

Os efeitos causados pela crise econômica mundial ocorrida no ano passado foram sentidos pelos fabricantes nacionais de bonés. Em 2009, o segmento registrou desaceleração nas vendas, com quedas de até 50% na produção de algumas empresas. Apesar disso, para 2010 as perspectivas são bem diferentes. A retomada do crescimento é esperada por todos do setor, com expectativa de aumento de até 20% nas vendas.

Para tanto, a fórmula que vem sendo apresentada pelos produtores de bonés é baseada, fundamentalmente, na diversificação e na constante atualização do segmento responsável pela fabricação de oito milhões de artigos ao mês nas mais de 800 fábricas espalhadas por todo o Brasil. Juntas, as indústrias empregam 40 mil pessoas. “Mesmo com muita dificuldade o setor vem se reinventando e se profissionalizando, ainda existe um grande mercado a ser explorado. O assessório foi reinventado com foco na moda, aumentando seu valor agregado e sendo customizado de muitas maneiras, satisfazendo do segmento street até o country. O boné tem conquistado de gari a doutor e cada dia mais tem deixado de ser casual para ser essencial”, esclarece Valdenilson Vado Domingos da Costa, presidente da Associação Nacional das Indústrias de Bonés, Brindes, Camisetas e Similares (ANIBB).

O segmento, que já sofreu com a sazonalidade fora de épocas festivas, agora se apresenta com maior dinamismo e lança no mínimo duas coleções ao ano. “Antes o produto principal era o boné promocional/institucional, mas, com a chegada das últimas crises, o setor criou marcas próprias garantindo um bom fôlego aos produtores. Para se ter uma idéia, algumas empresas mais estruturadas chegam a trabalhar com quatro coleções ao ano”, contou Vado Costa. “Hoje, o modelo mais produzido é o de Loja/Magazine (sem marca); na segunda colocação está o promocional, seguido pelo private label e por grifes próprias”, acrescentou.

Fonte: ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção

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